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Peça Paralela: O Barato Que Pode Sair Muito Caro

Descubra os riscos de usar peça paralela no seu caminhão. Durabilidade, desempenho e segurança estão em jogo. Saiba como evitar prejuízos e garantir a eficiência da sua frota.

 

Capa de um post sobre peças paralelas de caminhao

Manter um caminhão rodando é um desafio constante. Quando chega a hora da manutenção, a tentação de economizar com uma peça paralela pode ser grande. Mas será que vale a pena? Antes de decidir, entenda os riscos que essa escolha pode trazer para o desempenho e a segurança do seu caminhão.

 

 

1. O que é uma peça paralela e por que ela pode ser perigosa?

 

Peça paralela é qualquer componente produzido por fabricantes que não são homologados ou certificados pela montadora, como a Volkswagen Caminhões e Ônibus. O objetivo desses fabricantes é oferecer uma peça mais barata, mas o custo reduzido quase sempre vem acompanhado de perda de qualidade, durabilidade e segurança.

Enquanto as peças originais passam por testes rigorosos para garantir resistência e compatibilidade com o veículo, as peças paralelas muitas vezes não seguem os mesmos padrões. Isso pode comprometer o funcionamento do caminhão e, em muitos casos, causar prejuízos maiores do que o valor economizado.


Diferença entre peças originais e paralelas

  • Materiais utilizados: Peças originais utilizam materiais de alta qualidade e durabilidade. Já as peças paralelas podem conter ligas metálicas ou plásticos inferiores, que desgastam mais rápido.
  • Precisão no encaixe: Uma peça paralela pode ter pequenas diferenças de medida, que parecem insignificantes, mas causam problemas ao longo do tempo, como vazamentos ou ruídos.
  • Testes de segurança: As peças originais passam por inúmeros testes de resistência, temperatura e impacto, enquanto a peça paralela geralmente não passa por esse mesmo controle rigoroso.

Exemplos práticos para entender o risco

Imagine que você precisa trocar o filtro de ar do seu caminhão. O filtro original custa um pouco mais caro, mas foi projetado para reter partículas finas e proteger o motor contra impurezas.
Já o filtro paralelo parece igual, mas possui uma malha de retenção menos eficiente. O resultado? Grãos de poeira passam para dentro do motor, acelerando o desgaste dos pistões e dos cilindros, o que pode levar à necessidade de uma retífica. Uma economia de curto prazo que pode custar milhares de reais depois.

Ou considere um sensor de pressão do óleo. O sensor original informa ao painel quando há uma queda na pressão, permitindo que o motorista tome uma ação rápida. Um sensor paralelo, no entanto, pode dar leituras incorretas ou não detectar a queda de pressão a tempo, causando danos irreversíveis ao motor.


A História do João e a Peça Paralela

João é motorista autônomo e vive na estrada com seu caminhão há anos. Um dia, durante uma revisão, ele precisa trocar a bomba d’água. O mecânico oferece duas opções: a peça original, um pouco mais cara, e uma paralela bem mais barata. Pensando em economizar, João opta pela segunda.

No início, tudo parece normal, mas dois meses depois, o caminhão começa a superaquecer. João precisa parar em uma oficina no meio da viagem e descobre que a bomba d’água paralela não tinha a mesma vazão de líquido que a original. O motor sofreu superaquecimento, e o prejuízo agora é muito maior: além de substituir a bomba d’água novamente, ele terá que gastar com a troca da junta do cabeçote.

Essa foi a última vez que João economizou com peça paralela. Hoje, ele sempre opta por peças originais e faz a manutenção preventiva em concessionárias de confiança.


Por que escolher peças originais?

A escolha de uma peça original não é apenas uma questão de durabilidade, mas de segurança. Peças homologadas pela montadora são feitas sob medida para o seu caminhão, garantindo que cada componente funcione em harmonia com o resto do veículo.


Não corra riscos desnecessários. Lembre-se: o barato pode sair muito caro, e, no caso de um caminhão, o custo não é só financeiro. A segurança da sua carga, do motorista e de quem divide a estrada com você está em jogo.

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2. Os riscos no sistema de motor e combustível

 

O motor é o coração do seu caminhão, responsável por transformar combustível em força para rodar por milhares de quilômetros. Mas, quando uma peça paralela entra em cena, os riscos para o motor e o sistema de combustível aumentam exponencialmente. Peças de baixa qualidade podem afetar diretamente a durabilidade do motor, aumentar o consumo e causar falhas inesperadas.


Por que o sistema de motor e combustível é tão sensível?

Esse sistema é composto por diversas peças que precisam trabalhar de forma sincronizada e precisa. Qualquer desvio nas especificações pode causar um efeito cascata de problemas. Peças paralelas nem sempre seguem os padrões de fabricação exigidos pela montadora, resultando em desgastes prematuros e danos sérios.


Principais peças paralelas que representam riscos

  • Filtro de óleo: Um filtro paralelo não retém as impurezas corretamente, permitindo que partículas contaminem o óleo e danifiquem partes críticas, como pistões, bielas e bronzinas.
  • Bomba de combustível: Se a bomba paralela não fornecer a pressão correta, o caminhão pode perder potência, falhar em subidas e até causar danos aos injetores.
  • Bico injetor: Um bico paralelo pode causar injeção irregular, resultando em mistura pobre ou rica, o que aumenta o consumo e reduz a vida útil do motor.
  • Sensor de pressão de óleo: Um sensor paralelo pode não alertar o motorista sobre a queda de pressão, levando a um dano catastrófico.

Carlos e o Filtro de Óleo

Carlos é gestor de frota e administra 15 caminhões. Sempre preocupado com o orçamento, decidiu testar uma peça paralela na última troca de óleo para economizar. Ele substituiu o filtro original por um paralelo, que custava metade do preço.

No primeiro mês, parecia que tudo estava indo bem. Mas, de repente, um dos caminhões apresentou perda de potência e um barulho estranho no motor. O diagnóstico foi assustador: partículas de sujeira passaram pelo filtro de óleo paralelo e danificaram as bronzinas e os pistões. O reparo custou mais de R$ 15.000, além de deixar o caminhão parado por duas semanas.

Desde então, Carlos aprendeu a lição: o barato pode sair muito caro. Hoje, ele só utiliza peças originais, garantindo a durabilidade e o desempenho dos seus caminhões.


Problemas comuns causados por peças paralelas no sistema de motor e combustível

  1. Consumo excessivo de combustível – Um bico injetor paralelo pode não atomizar o diesel corretamente, fazendo com que o motor consuma mais para manter o desempenho.
  2. Superaquecimento do motor – Uma bomba d’água paralela com baixa eficiência pode levar o motor a superaquecer, causando danos graves.
  3. Falha repentina do motor – Sensores de baixa qualidade podem não detectar falhas em tempo hábil, resultando em quebras inesperadas.

Danos em cadeia: como uma peça paralela pode destruir o motor

O uso de uma peça paralela não afeta apenas o componente diretamente substituído, mas pode danificar várias outras partes do motor. Veja como isso acontece:

  1. Filtro de combustível paralelo deixa passar impurezas, que entopem o bico injetor.
  2. O bico injetor danificado injeta mais combustível do que deveria, sobrecarregando o motor.
  3. A mistura desbalanceada aumenta a temperatura interna, causando superaquecimento e desgaste acelerado nos pistões.

Como evitar esses riscos?

Optar por peças originais é a melhor forma de garantir que o motor do seu caminhão funcione com segurança e eficiência. As peças originais são desenvolvidas especificamente para o seu veículo e testadas rigorosamente para garantir a durabilidade.


Lembre-se: Não vale a pena economizar na manutenção do motor. Qualquer falha pode custar muito mais do que o valor economizado com uma peça paralela.

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3. Sistema de suspensão e direção: segurança em risco

O sistema de suspensão e direção do caminhão é crucial para garantir estabilidade, conforto e, acima de tudo, segurança na estrada. Usar uma peça paralela nesses componentes pode comprometer a dirigibilidade, provocar desgastes prematuros e até causar acidentes graves.

Imagine estar carregado em uma descida íngreme e perceber que a direção está instável ou que a suspensão cedeu. Situações assim não são raras para quem usa peças de baixa qualidade.


Principais riscos ao usar peças paralelas na suspensão e direção

Peças paralelas para esses sistemas frequentemente não têm a mesma precisão e resistência das originais. Isso significa que, além de se desgastarem mais rápido, elas podem causar danos em outras peças adjacentes.

Peças comuns e seus perigos:

  • Bucha de suspensão paralela: Feita com materiais de baixa qualidade, desgasta rapidamente, causando ruídos, perda de estabilidade e desgaste irregular dos pneus.
  • Amortecedor paralelo: Não absorve adequadamente os impactos, tornando a direção menos controlável e prejudicando a aderência dos pneus ao solo.
  • Terminal de direção paralelo: Peça responsável por conectar o volante às rodas. Um terminal de baixa qualidade pode quebrar em situações de alta carga, resultando em perda total do controle da direção.
  • Pivô de suspensão paralelo: Pode romper inesperadamente, o que pode levar ao colapso da suspensão dianteira, colocando em risco a segurança de quem está na cabine e dos outros veículos na estrada.

O Dia em Que Paulo Quase Perdeu o Controle

Paulo é um caminhoneiro experiente que roda o Brasil transportando cargas pesadas. Recentemente, ele precisou trocar as buchas da suspensão dianteira. A oficina sugeriu peças paralelas, que eram significativamente mais baratas. Pensando que não haveria grande diferença, ele aceitou a sugestão.

Na primeira semana, tudo estava tranquilo. Mas, durante uma viagem em uma estrada de serra, Paulo percebeu algo estranho: a direção começou a tremer e o caminhão perdeu estabilidade nas curvas. Ele parou em uma oficina de emergência, onde descobriram que as buchas paralelas já estavam desgastadas e causavam folga na suspensão.

Se ele tivesse continuado a viagem sem perceber o problema, poderia ter perdido o controle do caminhão em uma descida, colocando sua vida e a carga em risco. Desde então, Paulo só usa peças originais e faz revisões regulares em concessionárias de confiança.


Efeitos colaterais de peças paralelas no sistema de suspensão e direção

  1. Aumento no consumo de pneus: Desgaste irregular causado por buchas e pivôs de baixa qualidade aumenta significativamente o custo operacional.
  2. Instabilidade na direção: Amortecedores e terminais de direção paralelos podem comprometer a dirigibilidade, principalmente em velocidades mais altas.
  3. Maior risco de acidentes: A perda de controle da direção em curvas ou frenagens bruscas pode ser fatal, especialmente para veículos pesados.

Como uma única peça paralela pode danificar todo o sistema

  1. O terminal de direção paralelo se desgasta mais rápido, causando folga no sistema de direção.
  2. Essa folga gera um esforço extra sobre a barra de direção, acelerando o desgaste dessa peça.
  3. Com o sistema comprometido, a estabilidade do caminhão é prejudicada, aumentando o risco de acidentes.

Por que optar por peças originais faz toda a diferença

Peças originais são desenvolvidas e testadas para trabalhar em perfeita harmonia com o sistema de suspensão e direção do seu caminhão. Elas garantem segurança, conforto e desempenho mesmo nas condições mais adversas das estradas brasileiras.


Não comprometa a sua segurança e a de quem divide a estrada com você. O sistema de suspensão e direção deve ser uma prioridade na manutenção preventiva, e a escolha de peças originais é a melhor forma de evitar riscos desnecessários.

4. Sistema de freios: quando parar é questão de vida ou morte

 

No sistema de freios, não há margem para erros. Ele é a principal garantia de segurança para o motorista, a carga e os demais usuários da estrada. Usar peças paralelas nesse sistema pode ser fatal. Freios ineficientes aumentam a distância de frenagem, comprometem a estabilidade do caminhão e podem causar falhas críticas em situações de emergência.

Peças de baixa qualidade não passam pelos mesmos testes de resistência e temperatura que as peças originais. Isso significa que, sob condições extremas — como descidas de serra ou frenagens bruscas —, podem simplesmente falhar.


Peças paralelas mais comuns no sistema de freios e seus riscos

  1. Lonas de freio paralelas: Fabricadas com materiais de baixa qualidade e resistência térmica, desgastam rapidamente e podem vitrificar, reduzindo a eficiência de frenagem e aumentando a distância necessária para parar o veículo, especialmente em descidas longas.
  2. Tambor de freio paralelo: Sofre desgaste irregular e pode ovalizar com facilidade, gerando trepidação durante a frenagem e perda de potência no sistema, além de acelerar o desgaste das lonas.
  3. Cilindros de roda paralelos: Apresentam problemas de vedação, provocando vazamentos de fluido de freio e comprometendo a pressão do sistema, o que pode resultar em falha parcial ou total dos freios.
  4. Válvula de acionamento do freio motor paralela: Pode ter uma resposta mais lenta ou travar, reduzindo a eficiência do freio motor, que é essencial para o controle de velocidade em descidas.

O Momento de Pânico de Roberto

Roberto é motorista de caminhão há mais de 20 anos. Sempre cuidadoso com a manutenção do veículo, ele decidiu testar lonas de freio paralelas na última revisão, pressionado pelos custos crescentes. O preço parecia um ótimo negócio, e ele achou que não haveria grande diferença no desempenho.

Tudo correu bem até o dia em que precisou fazer uma viagem pela serra, transportando uma carga pesada. Durante a descida, Roberto começou a sentir que os freios estavam respondendo de forma diferente. A cada frenagem, o pedal ficava mais duro, e a distância para parar o caminhão aumentava perigosamente.

Por sorte, ele conseguiu reduzir a velocidade usando o freio motor e parou em uma área de escape. Após uma inspeção detalhada, o mecânico constatou que as lonas paralelas vitrificaram devido ao calor excessivo, perdendo quase toda a capacidade de frenagem. O tambor também apresentou desgaste irregular, agravando o problema.

Desde aquele dia, Roberto nunca mais economizou em peças de freio. Ele entendeu que segurança não tem preço e que a escolha de peças originais é essencial para proteger a sua vida e a dos outros na estrada.


Problemas comuns causados por peças paralelas no sistema de freios

  1. Aumento na distância de frenagem: Lonas de freio paralelas vitrificam facilmente em altas temperaturas, reduzindo a aderência ao tambor e aumentando significativamente a distância necessária para parar o caminhão, especialmente em descidas longas.

  2. Trepidação durante a frenagem: Tambores paralelos podem desgastar de forma irregular ou ovalizar, causando vibração no pedal do freio e comprometendo a estabilidade do veículo, além de acelerar o desgaste das lonas.

  3. Perda de pressão no sistema: Cilindros de roda paralelos apresentam vedação deficiente, provocando vazamento de fluido de freio, o que leva à perda de eficiência no sistema e deixa o freio “borrachudo”.

  4. Risco de falha total: Em situações de alta exigência, como descidas íngremes com o veículo carregado, uma válvula de acionamento do freio motor paralela pode não funcionar corretamente, reduzindo o suporte necessário para manter a velocidade controlada e sobrecarregando o sistema de freios principal. Isso pode resultar em falha total.


O Efeito Cascata: Como uma única peça paralela pode comprometer todo o sistema

  1. Lonas de freio paralelas vitrificam rapidamente e desgastam de forma desigual, criando pontos de contato irregulares com o tambor de freio.
  2. O tambor de freio paralelo ovaliza devido ao calor excessivo e ao desgaste irregular, causando trepidação e comprometendo ainda mais a eficiência das lonas.
  3. O sistema sobrecarregado exige mais esforço das câmaras de freio e dos cilindros, que acabam sofrendo falhas de vedação e provocando vazamento de fluido, resultando em perda parcial ou total da frenagem.
  4. A válvula de acionamento do freio motor paralela pode não funcionar corretamente, deixando o sistema principal sem o suporte necessário em descidas íngremes, agravando ainda mais o risco de falha total.

Como garantir a segurança do sistema de freios

Optar por peças originais é fundamental para garantir a segurança e o desempenho do sistema de freios. As peças homologadas passam por testes rigorosos para suportar altas temperaturas e condições severas, garantindo resposta eficiente sempre que o pedal do freio for acionado.

Além disso, realizar manutenções periódicas em uma concessionária autorizada ajuda a identificar problemas antes que eles se tornem críticos, reduzindo riscos e custos futuros.


Não coloque sua vida e a dos outros em risco para economizar alguns reais. A segurança começa pela escolha das peças certas.

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5. Sistema de arrefecimento: o motor precisa respirar

 

O sistema de arrefecimento é responsável por manter o motor do caminhão na temperatura ideal, evitando superaquecimento e danos graves. Ele funciona como o “pulmão” do motor, garantindo que ele “respire” sem esforço e mantenha o desempenho máximo, mesmo em condições extremas.

No entanto, o uso de peças paralelas nesse sistema pode causar falhas silenciosas que se manifestam apenas quando o dano já é grande. Quando uma peça paralela não funciona corretamente, o motor pode superaquecer, resultando em problemas que vão desde perda de potência até a necessidade de uma retífica completa.


Principais peças do sistema de arrefecimento e seus riscos

  • Bomba d’água paralela: Essencial para circular o líquido de arrefecimento, uma bomba paralela pode ter menor vazão ou problemas de vedação, o que provoca superaquecimento do motor.
  • Radiador paralelo: Fabricado com materiais de baixa qualidade, pode oxidar ou entupir rapidamente, causando vazamentos e comprometendo a troca de calor.
  • Termostato paralelo: Pode não abrir ou fechar na temperatura correta, impedindo o fluxo de líquido de arrefecimento e elevando a temperatura do motor.
  • Mangueiras de arrefecimento paralelas: Muitas vezes feitas com materiais inferiores, podem rachar ou soltar com o tempo, causando perda de líquido e falha no sistema.

A História de Marcos e o Radiador Paralelo

Marcos é dono de uma pequena frota de caminhões e sempre busca formas de economizar nas manutenções. Quando um dos caminhões apresentou vazamento no radiador, ele decidiu testar um radiador paralelo que custava quase metade do preço de um original.

Tudo parecia bem nas primeiras semanas, mas em uma viagem longa e carregada, o caminhão começou a aquecer. Marcos parou para verificar e percebeu que o nível de líquido de arrefecimento estava baixo. O radiador paralelo apresentou pequenas fissuras, vazando o líquido constantemente. O motor sofreu superaquecimento, e o resultado foi catastrófico: junta do cabeçote queimada, necessidade de retífica e um custo de reparo muito maior que o preço do radiador original.

Desde esse dia, Marcos decidiu nunca mais economizar em peças do sistema de arrefecimento. Ele percebeu que a manutenção preventiva e o uso de peças originais são o melhor investimento para garantir a operação segura da sua frota.


Problemas comuns causados por peças paralelas no sistema de arrefecimento

  1. Superaquecimento constante: Uma bomba d’água paralela pode não ter força suficiente para circular o líquido de arrefecimento, causando alta temperatura no motor.
  2. Vazamento de líquido de arrefecimento: Mangueiras ou radiadores de baixa qualidade tendem a rachar, provocando perda do líquido e falha no sistema.
  3. Falhas no termostato: Um termostato paralelo pode se travar na posição fechada, bloqueando o fluxo e levando ao superaquecimento do motor em questão de minutos.
  4. Danos internos ao motor: O superaquecimento repetido pode causar empeno no cabeçote, queima da junta e até a necessidade de troca de componentes internos.

O efeito dominó: como uma peça paralela pode destruir o motor

  1. A bomba d’água paralela não circula o líquido adequadamente, resultando em superaquecimento.
  2. O calor excessivo força o termostato paralelo a se travar, agravando o problema.
  3. O motor superaquecido causa empeno do cabeçote e queima da junta, levando a um reparo caro e demorado.

Por que peças originais são a escolha certa?

As peças originais do sistema de arrefecimento são projetadas para suportar as condições mais adversas, garantindo o fluxo ideal do líquido de arrefecimento e protegendo o motor. Elas passam por testes rigorosos para evitar vazamentos, corrosão e falhas prematuras, proporcionando segurança e economia no longo prazo.


6. Sistema elétrico: sensores e precisão fazem a diferença

 

O sistema elétrico de um caminhão é como o cérebro do veículo. Ele controla desde o funcionamento básico do motor até sistemas de segurança e conforto, passando por sensores essenciais para o monitoramento de temperatura, pressão, carga da bateria e muito mais. Usar peças paralelas nesse sistema pode causar falhas intermitentes, leituras incorretas e até danos catastróficos ao motor.

Diferente de outros sistemas, os problemas no sistema elétrico muitas vezes não dão sinais claros no início, aparecendo de forma súbita quando o dano já está feito. E o pior: uma simples falha de leitura pode levar a decisões erradas que causam danos mecânicos sérios.


Principais peças paralelas no sistema elétrico e seus riscos

  • Sensor de temperatura paralelo: Pode fornecer leituras imprecisas ou falhar em detectar o superaquecimento, deixando o motor exposto a altas temperaturas.
  • Sensor de pressão de óleo paralelo: Um sensor de baixa qualidade pode não alertar sobre queda de pressão, o que pode resultar em danos internos ao motor.
  • Alternador paralelo: Tem menor eficiência de carga, o que pode deixar a bateria constantemente abaixo do nível ideal, afetando o funcionamento dos sistemas elétricos e eletrônicos.
  • Módulo de controle eletrônico (ECU) paralelo: Uma ECU de baixa qualidade pode apresentar falhas na comunicação com os sensores, causando perda de desempenho e até desligamento do motor em movimento.
  • Relés e fusíveis paralelos: Fabricados com materiais inferiores, podem derreter, causando curto-circuitos e danificando todo o sistema elétrico.

O Prejuízo de Pedro por Causa de um Sensor Paralelo

Pedro é empreendedor e administra uma frota de cinco caminhões para transporte de alimentos refrigerados. Durante uma manutenção, o mecânico sugeriu trocar o sensor de temperatura de um dos caminhões, que estava apresentando problemas. Tentando economizar, João optou por um sensor paralelo.

No início, o sensor funcionou bem. Mas, durante uma viagem longa, ele parou de enviar o alerta de superaquecimento. O motorista não percebeu que a temperatura do motor estava acima do limite seguro. O resultado? O motor superaqueceu e o caminhão precisou ser rebocado.

Ao chegar na oficina, o diagnóstico foi desolador: junta do cabeçote queimada, pistões danificados e a necessidade de uma retífica completa. O custo total foi dez vezes maior que a economia feita na compra do sensor paralelo. Desde então, João só usa peças originais, especialmente no sistema elétrico.


Problemas comuns causados por peças paralelas no sistema elétrico

  1. Falhas intermitentes: Sensores paralelos podem funcionar de forma instável, enviando sinais errados ou falhando completamente.
  2. Leituras incorretas: Um sensor de pressão de óleo paralelo pode indicar uma pressão normal quando, na verdade, há uma queda crítica, levando a danos irreversíveis no motor.
  3. Sobrecarga no sistema: Alternadores de baixa qualidade podem não fornecer carga suficiente para a bateria, afetando o funcionamento de sistemas essenciais, como iluminação, ar-condicionado e freios ABS.
  4. Risco de curto-circuito: Relés e fusíveis paralelos podem causar curto-circuitos, danificando cabos e módulos eletrônicos, resultando em reparos caros.

O efeito dominó: como uma falha elétrica pode afetar todo o caminhão

  1. O sensor de temperatura paralelo falha e não detecta o superaquecimento.
  2. O módulo eletrônico (ECU) não recebe o alerta, mantendo o motor em funcionamento normal.
  3. O motor superaquece, causando danos internos severos, incluindo a queima da junta do cabeçote e deformação de componentes críticos.

Por que escolher peças originais no sistema elétrico é tão importante?

Peças originais garantem precisão e confiabilidade. Elas são projetadas para funcionar perfeitamente com o módulo eletrônico do caminhão e passam por testes rigorosos para assegurar leituras corretas e funcionamento contínuo, mesmo sob condições extremas.

Além disso, sensores e módulos originais são compatíveis com atualizações de software da montadora, garantindo que o sistema esteja sempre atualizado e protegido contra falhas.


Evite surpresas na estrada. A precisão e a confiabilidade do sistema elétrico podem salvar o seu motor e evitar prejuízos inesperados.

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Conclusão: Peça paralela pode custar mais do que você imagina

 

Economizar na manutenção usando peças paralelas pode parecer uma boa ideia, mas os riscos são altos. Problemas de desempenho, segurança e falhas prematuras podem transformar uma “economia” em um prejuízo enorme.

Escolha a segurança e a eficiência!

Sempre opte por peças originais ou homologadas pela Volkswagen Caminhões e Ônibus. Assim, você garante a durabilidade e a confiança que seu caminhão merece.

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